Entrevista: G.J. STARK
Biografia do Autor:
G. J. Stark é um autor
brasileiro e teórico dos antigos astronautas. É o autor do livro
pós-apocalíptico Katy e o Caçador de
Zumbis. Apaixonado por fantasia e ficção-cientifica, divide seu tempo entre
o trabalho e a escrita. Gamer de nascença, atua como XBOX Ambassador nas horas
vagas.
1. Quando
você começou a escrever? E por quê?
Eu comecei a
escrever oficialmente a pouco mais de um ano e meio, antes disso eu apenas
rabiscava alguns pequenos contos que vieram a se transformar na minha obra
atual. Um dia eu senti uma imensa vontade de trazer para as prateleiras das
livrarias uma estória fantástica que estava na minha cabeça, pensei “o mundo
precisa ler isso”, foi então que resolvi escrever e publicar a minha obra.
2. Você
sempre desejou ser escritor ou foi algo que simplesmente aconteceu?
Eu nunca
imaginei que viria a ser um escritor, foi algo que aconteceu ao acaso. Eu
sempre escrevi muito bem e era elogiado por professores e pessoas do ramo
acadêmico, inclusive na 6ª série do ensino fundamental eu produzi um trabalho
extenso sobre a importância da religião politeísta e a decadência da monoteísta
no Egito antigo.
3. Você
tem um personagem de algum livro que goste muito? Gostaria de ter a vida
dele(a)?
Sim, tem um
personagem que eu gosto muito e ele faz partes das obras de um escritor
fantástico e que infelizmente já não está mais entre nós. O nome do personagem
é Ian Malcolm, ele é um matemático egocêntrico e metódico que utiliza da Teoria
do Caos para explicar a incapacidade do ser humano em controlar a natureza. Ele
faz parte das obras O Parque dos
Dinossauros e O Mundo Perdido,
ambos de Michael Crichton.
E não, eu não
gostaria de ter a vida dele. (Risos) Porém eu gostaria de ter tido a
oportunidade de visitar o Parque dos Dinossauros.
4. Você
imagina o que seus leitores sentirão ao ler sua história?
Emoção, medo,
indignação, raiva (principalmente pelo final), alegria. Tudo junto e misturado.
(Risos)
5. Gostaria
que sentissem ou pensassem algo? Seus livros passam alguma mensagem?
Eu gostaria que
sentissem esperança, pois embora meu
livro seja um baita livro sobre mortos-vivos há muito mais por trás dessa
premissa, veja, de certo ponto meu livro é um pouco polemico devido a origem
especial de uma personagem, ou seja, mesmo depois de ouvir de diversas editoras
vários “Não” e “Você terá que mudar esse personagem” eu não dei ouvidos e não
desisti, bom, hoje eu tenho o meu livro publicado e “tocando o terror” pelo
mundo a fora. (Risos)
Além de
sentirem essa esperança – e isso já uma mensagem que eu gostaria de passar – há
outra muito importante: NÃO acreditem no governo quando o mesmo disser que ESTÁ
TUDO SOBE CONTROLE em caso de uma epidemia misteriosa! (Risos)
6. Já
teve muita dificuldade em terminar de ler um livro?
Já sim, tem um
livro em especial de um escritor espanhol que eu admiro muito, o Apocalipse Z
do Manel Loureiro, que eu relutei até a última página para terminar de ler. O
livro é tão bom que eu comecei a ler umas duas ou três páginas por dia para
demorar bastante para terminar. Eu não queria que o livro acabasse. (Risos)
7. Você
acha que um escritor precisa de que?
Paixão. Paixão
pela escrita e pela sua obra. Uma obra é como um filho, nós temos que
concebe-lo com amor e ama-lo com todo o nosso coração, pois só assim as pessoas
(leitores) ficaram interessados em ler.
Junto com esse
amor virá a determinação de levantar a bandeira e mostra-lo para o mundo, hoje
em dia muitos escritores bons não ganham reconhecimento porque não divulgam a
sua obra.
8. Como
escritor, qual seu maior sonho?
Meu maior sonho
é ver a minha obra nas prateleiras das livrarias ao redor do mundo para que as
outras pessoas possam ter a oportunidade de ler e compartilhar as emoções
passadas pela estória.
9. Você
se vê como modelo de escritor a ser seguido?
Bom, eu
acredito que muitos escritores hoje em dia são um modelo a serem seguidos, e
sim, eu me vejo como um deles, pelo menos eu tento passar para os meus colegas
a mensagem de que jamais devem desistir das suas obras por mais impossível que
pareça publicá-las.
10. Quem
é seu escritor favorito? Deseja ser como ele(a)?
Não vai parecer
surpresa, mas meu escritor favorito é o Michael Crichton. Tá, eu assumo que
sempre gostei de dinossauros desde quando era criança. (Risos)
Eu desejo um
dia ser como ele e ter a habilidade maravilhosa de transportar os leitores para
mundos fantásticos que despertem a imaginação e faça-os rir, chorar e se
emocionar com cada capítulo.
Links para contato com o Autor:
Uma
praga desconhecida e imprevisível assombra a sobrevivência da humanidade,
transformando as pessoas em criaturas macabras sedentas por carne e sangue. A
cantora pop Katy, durante uma turnê na América do Sul, acaba ficando presa no
Brasil após os EUA declararem o fechamento de suas fronteiras para tentar
conter a disseminação da praga. Enclausurada nos confins de um hotel macabro,
Katy acaba sendo resgatada por Heitor, soldado das forças especiais do exército
brasileiro, dando início a uma corrida pela sua sobrevivência e da própria
humanidade.


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